A vida como ela é (ou deveria ser)!
30 jul

É isso aí caríssimo leitor do Vida de Gamer , missão cumprida. Depois de desvendar uma conspiração intergaláctica que pretendia aniquilar a raça humana, ter a memória apagada e percorrer os confins do universo, consegui chegar ao final da saga vivida pelo agente de Conrad B. Hart.
Acredito que após essas horas de pura diversão proporcionada por esta obra prima chamada Flashback, a sensação é mesmo de pura alegria, não ter terminado o jogo, mas por ter revivido este fantástico jogo e repito, ter percebido que bons jogos são mesmo atemporais.
Agora é partir para outro jogo e tentar apagar aquele sentimento de vazio que temos ao acabar um bom livro, filme ou porque não, videogame?
27 jul
Quando acordei hoje de manhã, estava com a ideia de dar uma volta pela cidade a procura de um joystick para o meu recém-adquirido Super Nintendo. Ao olhar pela janela, o dia estava horrível. Frio, com uma garoa chata pra caramba e pensei em deixar para outro dia. Depois de alguns minutos leventei e fui para a rua.
Depois de alguns minutos cheguei numa lojinha de videogames, perguntei ao dono se ele tinha jogos de Snes e o sujeito apareceu com uma caixa abarrotada deles. Claro, como bom gamer, olhei um por um, procurando cuidadosamente por algo que valesse a pena em um mar de cartuchos piratas.
Depois de verificar umas 50 fitas, imagine você, por último, lá no finalzinho, essa belezinha aí em baixo, um Super Metroid original, não posso dizer como nova, mas em bom estado de conservação. Falei com o cara que tinha interesse no jogo e ele veio com aquele papo de vendedor, que o jogo era raro e que tinha outras pessoas interessadas nele, que não poderia vender barato ,coisa e tal.
Após alguns poucos minutos negociando, talvez vocês não acreditem, mas comprei o jogo. Que saber o preço? A enorme bagatela de R$ 20,00. Isso mesmo, não está faltando zeros não, paguei vinte reais nesta maravilha. Está certo que terminei o jogo há pouco tempo no Wii, mas pode apostar que jogarei de volta, este que é sem duvida é um dos melhores jogos do Super Nintendo.
E como eu havia dito no post do console, eu também havia comprado três jogos para o videogame, que também chegaram hoje. Os jogos são o Super Mario World, o ótimo Super R-Type e o obrigatório The Legend of Zelda: A Link to the Past. Aos pouquinhos vou ampliando minha coleção do Snes e acho que para início, já estou bem servido de bons jogos, não acha?
25 jul
Há alguns dias eu publiquei aqui que havia comprado um Mega Drive. Não escondo de ninguém o quanto gosto do console, mas felizmente isso não me impediu de também admirar o seu principal concorrente, o fabuloso Super Nintendo.
Como o videogame da Sega estava sozinho aqui, precisando de uns desafios, não me segurei, fui lá e arrematei um Snes com dois jogos: o fantástico Demon’s Crest e divertidíssimo Super Mario All Star, ambos originais. Considero esses jogos muito bons e daqui a alguns dias devo receber mais três jogaços, verdadeiros clássicos, sendo que um deles deverá deixar alguns leitores babando.
Em relação ao aparelho, ele está bem conservado, com algumas partes um pouco amareladas e quanto a isso gostaria da opinião sincera de vocês. Certa vez vi um Snes dourado e achei muito bonito, se o de vocês estivesse meio manchado, vocês pintariam ele? Pensei no próprio dourado ou em preto, o que acham? Por favor, os comentários estão aí e espero que me ajudem nessa difícil questão.
É engraçado como certas vezes nos damos conta de que certos sonhos não precisam de muito esforço para serem realizados. Sempre quis comprar alguns dos antigos consoles que já tive e nunca fui atrás, agora percebo que eles não custam caro e que muitas vezes, um jogo usado do PS3 ou Xbox 360 custa bem mais que um aparelho desses com alguns cartuchos originais.
23 jul

Ontem comecei a jogar a jogar o Flashback no meu Mega Drive. Tinha para mim que se tratava de um jogo impecável e preciso admitir que estava com um pouco de medo de me decepcionar, de achar o game datado e estragar uma lembrança tão bacana.
Após passar as duas primeiras fases, posso dizer com certeza absoluta que se trata de uma obra praticamente perfeita. A criação do francês Paul Cuisset é um dos momentos mais bonitos da história dos jogos eletrônicos e agora tenho certeza que se eu só voltar a ver jogar esta pérola daqui há 30 anos, voltarei a me encantar com sua beleza.
Logo no início, quando assumimos o controle do agente Conrad B. Hart, Flashback se mostra um título sublime. Desde a movimentação assustadoramente real do protagonista até a trilha sonora minimalista, o jogo está repleto de momentos geniais, como a hora em que recuperamos o holocubo, mais tarde quando encontramos Ian, amigo de Conrad e que o ajuda a recuperar a memória, ou ainda a parte em que enfrentamos a burocracia para tirar uma carteira de trabalho que será usada conseguirmos emprego e assim pagar uma sujeito que faz documentos falsos.
Não escondo de ninguém que sou uma pessoa extremamente nostálgica, mas aqui posso garantir que não se trata de saudosismo. Flashback é arte em estado bruto, um jogo que pude comprovar ter rompido as barreiras do tempo e se mantendo bom, bom não, ótimo. Na minha opinião, uma mostra de que os videogames não precisam de gráficos em alta definição ou efeitos sonoros de última geração, apenas a boa criatividade, um trabalho bem feito e que seja capaz de proporcionar muita diversão.
O que me deixa ainda mais feliz é saber que consegui o cartucho original, completo e que espero, nunca precise me desfazer dele. Posso dizer que este jogo faz parte da minha história com o gamer e definitivamente, é difícil esconder a alegria por tê-lo em minha pequena coleção.
20 jul
Quando eu tive a ideia de criar o VdG, o objetivo além de falar um pouco das minhas experiências como jogador, era publicar sobre jogos e videogames que eu comprasse. Desde o início muita coisa já passou por aqui, a aquisição do Xbox 360, do PS3 e do Wii, dezenas de jogos e opiniões sobre alguns deles, contudo, posso dizer seguramente que hoje é um dos dias mais legais desde que o blog iniciou suas atividades.
Pouco antes da hora do almoço o carteiro bateu aqui para entregar dois pacotes vindo dos EUA, se tratava dos pedidos que fiz no começo do mês. O primeiro continha três jogos de Mega Drive, todos com capa e manuais, sendo eles: Rocket Knight Adventure, World of Illusion e aquele que considero um d0s melhores games que já joguei, o Flashback.
Este último já considero um dos meus principais xodós. Com uma arte belíssima na capa, o jogo possui, junto com o manual, uma história em quadrinhos com 14 páginas e a minha única lamentação é que o antigo dono fez algumas (poucas) anotações a caneta nele. Está certo que isso tira um pouco do brilho do ítem, mas como paguei cerca de R$ 25 nele, acho que valeu a pena.
O que posso dizer é que hoje, por causa dessa simples aquisição, considero minha pequena coleção mais completa já que realizei um sonho muito antigo. A sensação de estar com o jogo em mãos é algo inenarrável.
O outro pacote tinha dois jogos, um do Wii e outro do Xbox 360. Para o console da Nintendo comprei o Resident Evil: The Umbrella Chronicles, game que sempre tive vontade de jogar pois gosto bastante do gênero rail shooter. Para o 360 eu comprei o aclamado Fable II. Como vocês devem saber, meu console deu as temidas 3RL, mas essa compra fiz antes do videogame falecer.
Ah, em relação ao Xbox 360, essa semana devo ter alguma novidade, estou para comprar outro. Por falar nisso, se tudo der certo, nos próximos dias devo falar sobre a minha nova aquisição Old School, aguardem…
15 jul

No domingo passado eu cheguei ao final do ótimo Mirror’s Edge. O jogo realmente não é muito longo, mas não conseguirei reclamar desse detalhe. O importante é que, do início ao fim, me diverti bastante correndo, pulando, escalando e lutando contra os azuis e agora posso dizer que o game é mesmo um dos mais inovadores do ano passado.
Mas neste texto eu quero falar um pouco sobre Faith, a protagonista da aventura. A moça é, na minha opinião, uma da melhores personagens que surgiram nos jogos eletrônicos nos últimos tempos. Bonita, inteligente e principalmente, repleta de atitude. Achei fantástico passar por todo o jogo e não ver os criadores apelando para sensualidade ou mostrando uma mulher frágil.
Faith possui conteúdo, consegue resolver as situações mais adversas das melhores maneiras possíveis e fazendo com que todo o jogo pareça, na verdade, um filme e dos bons. É verdade que o enredo prende a atenção do jogador, assim como as perseguições de tirar o fôlego, mas no final das contas, o que dá um toque todo especial à trama é a protagonista
Acredito que os videogames estavam precisando de uma heroína como Faith.
11 jul
Chegou ao fim o mistério, na verdade não foi muito difícil descobri do que se tratava, mas enfim, ontem finalmente recebi o meu tão desejado Mega Drive. Há muito tempo tinha intenção de comprar o console e decidi que a hora havia chagado. Depois de uma busca, acabei optando pela terceira versão do videogame e o mesmo veio com 7 cartuchos, sendo eles:
Porém, além do Street Fighter e do Comix Zone que devo receber na próxima semana, a cereja do bolo ainda está vindo dos Estados Unidos. Encomendei três jogos de lá, todos com caixas e manuais e um deles será, com certerza, um dos maiores xodós da minha coleção. Alguém arriscaria um palpite?
É difícil descrever com palavras exatamente minha alegria, mas é extremamente gratificante ter novamente o primeiro videogame que ganhei depois do Atari e poder ouvir a trilha sonoro do Streets of Rage, primeiro título que joguei nele e que me fez lembrar meu pai, foi algo bastante emocionante. O que falar então sobre ter a possibilidade de jogar um Sonic de verdade
Agora vou deixar algumas fotos do aparelho e tentar jogar um pouco pois estou precisando tirar a teia