A vida como ela é (ou deveria ser)!
26 nov
E mais dois jogos acabam de engrossar a minha coleção do Playstation 3, o Dead Space e o Midnight Club: Los Angeles. Ambos são títulos que eu tinha muita vontade de jogar e por tr esperado alguns vários meses, consegui comprá-los por um preço bem acessível.
O primeiro sempre me chamou a atenção por ser um jogo de terror e por possuir uma temática interessante e após assistira a animação Dead Space: Downfall, minha expectativa só aumentou.
24 nov
Na minha opinião, nenhum FPS lançado depois do Half Life 2 foi tão bom quanto o Call of Duty 4. Repleto de momentos memoráveis, o jogo possui uma campanha single player praticamente perfeita, pecando talvez apenas na sua duração.
Por esse motivo, um dos jogos que mais aguardava para este final de ano era o Modern Warfare 2 e a minha cópia para o Xbox 360 acaba de chegar. Sinceramente, não espero que ele supere o antecessor, mas se o jogo tiver 50% da qualidade do CoD4, tenho certeza que valeu o investimento.
Portanto, em breve devo voltar aqui ou no Meio Bit Games com um texto falando um pouco do jogo, aguardem…
Update: Acabei esquecendo de reclamar do manual do jogo. Essas produtoras só podem estar de brincadeira conosco. Poxa, meia dúzia (literalmente) de páginas é sacanagem
21 nov
Passadinha rápida para dizer que ontem chegou o meu Silent Hill Homecoming para o Playstation 3.
O jogo não foi muito bem aceito pela crítica especializada, que em certos casos afirmou que ele perdeu o horror dos títulos anteriores e que a parte gráfica não é tão bonita quanto os games atuais. Porém, como um grande fã da série, sempre tive vontade de jogá-lo e como surgiu a oportunidade, lá vamos nós voltar à amaldiçoada cidade de Silent Hill.
20 nov

Caro leitor do VdG, me diga uma coisa: Você gosta de jogos de tabuleiro? Se a sua resposta foi positiva, então desconfio que você ficará de queixo caído com o presentinho de chegou aqui em casa.
De cara fui surpreendido por uma pacote razoavelmente grande que chegou por Sedex. Como não havia feito nenhuma compra, não fazia a menor ideia do que se tratava e após abrir o pacote com a palavra Confidencial, percebi que se tratava de uma ação da Hasbro para divulgar uma versão reprojetada de um jogo de tabuleiro chamado Risk, este serviu de inspiração para o que conhecemos por aqui como War.
Muito empolgado, tratei de abrir a caixa e a sensação de “wow!” foi inevitável. Como não se impressionar com o enorme mapa que após desdobrado tem quatro vezes o tamanho da caixa, ou não adorar as pecinhas, que mesmo não sendo de metal, representam cidades e tropas.
Segundo Esteban Romiti, Diretor de Marketing da HASBRO Brasil, “há mais de 50 anos as pessoas ao redor do mundo se divertem com RISK tentando controlar o mundo através do combate aos exércitos inimigos. Agora o brasileiro também poderá entrar nessa batalha”.
Mesmo ainda não tendo lido o manual, fica evidente que o Risk é muito mais complexo que o War (que também tenho), tornando a estratégia mais dinâmica e desafiadora. Tudo bem que ao dizer que conquistaria o mundo, estava me referindo a algo mais real, mas pode ter certeza que assim será mais divertido
13 nov

Uma das opções que mais gosto em jogos de futebol é o Manager Mode. Nele devemos escolher uma equipe e tentar torná-la o mais forte possível, vendendo, comprando e emprestando jogadores.
Nesta versão do meu recém chegado Fifa eu decidi entrar num projeto que nunca tive coragem: pegar um time da quarta divisão da Inglaterra e levá-lo ao topo do mundo, conquistando, quem sabe a tão desejada Champions League.
Como não conheço nenhum time daquela divisão, resolvi optar por um cujo uniforme mais me agradava e o premiado foi o modesto Bradford City, fundado em 1903 e que provavelmente possui mais estrutura que muitos times brasileiros.
9 nov

Vocês já devem estar acostumados a ler textos aqui no Vida de Gamer onde rasgo elogios a alguns games que tenho jogado. Não escondo que minha maiores motivações para postar por aqui sejam as experiências gratificantes que presencio em alguns títulos, mas dessa vez será diferente.
Sempre tive muita vontade de jogar mais profundamente o RPG Rogue Galaxy lançado para o PS2 e há alguns dias tenho feito isso. Com pouco menos de 7 horas de jogatina, estou tentando fugir de uma prisão localizada no terceiro planeta do game, depois que meu grupo foi indevidamente acusado de um atentado terrorista.
Rogue Galaxy possui um dos melhores gráficos do console, um enredo interessante e um sistema de batalha muito bacana, onde a habilidade do jogador conta muito, quase um beat ‘em up. Mesmo assim, ele não tem conseguido me empolgar.
Não sei explicar ao certo o motivo, se eu não estou com paciência para jogar um RPG (embora estivesse muito afim quando comecei), se eu não gosto mais tanto do gênero quanto gostava antigamente ou se acabei depositando muita expectativa em cima do jogo, mas o fato é que as últimas duas horas nele foram um verdadeiro pé no saco.
Acho que vou colocar o DVD na prateleira e deixar para jogar numa outra oportunidade.