Snaaaaaake!

O Metal Gear Solid 4 é certamente um dos jogos mais elogiados e premiados dessa geração. Considerado a obra-prima do mestre Hideo Kojima, muitos consideram o game como um título obrigatório para quem possui um Playstation 3, mas tenho que dizer que nunca o comprei porque diversas vezes vi pessoas dizendo que ele é muito melhor aproveitado pelos verdadeiros fãs da série.

Como só terminei o primeiro da série, lá na época do PSOne e o considere como um dos melhores games que já joguei, está exatamente aí a minha dúvida. Estou muito feliz porque ganhei o MGS4, mas não sei se vale a pena começar a jogar já, ou é melhor esperar até terminar o segundo e o terceiro episódio, o que provavelmente demorará um pouco e gostaria da opinião de vocês: É recomendável jogá-lo mesmo sem conhecer boa parte dos detalhes da série, ou caso eu faça isso perderei muito de seu potencial?

Read more about Snaaaaaake!

A televisão me deixou burro, muito burro demais

Jackie Estacado é um sujeito interessante. Abandonado em um orfanato, logo foi adotado por Frankie Franchetti, o chefão da máfia em Nova Iorque. O moleque passou a trabalhar como um membro do grupo e quando completou 21 anos descobriu que carrega consigo o poder de invocar as trevas.

Confesso nunca ter lido a graphic novel The Darkness, mas após passar algumas horas no jogo de mesmo nome e mesmo sem saber se ele é fiel a fonte inspiradora, estou encantando com sua ambientação e principalmente seu enredo. Embora o jogo tenha alguns defeitos, como a jogabilidade meio truncada e as expressões faciais bastante artificiais, está difícil deixar de querer saber o que acontecerá com o protagonista.

Read more about A televisão me deixou burro, muito burro demais

O VdG está de cara nova

Quase um ano depois da última mudança no visual do blog e após vários dias adaptando um layout criado pelo pessoal da Function, está no ar a nova cara do Vida de Gamer. Agora o blog está com uma aparência mais limpa, dando mais enfoque aos posts, o que logicamente é a principal área do […]



A beleza do cell shading

A compra do Prince of Persia do Xbox 360 para mim foi uma grande aposta. Mesmo tendo chamado minha atenção devido aos belos gráficos, vi muita gente reclamando de sua facilidade,  mas foi depois de eliminar a escuridão de Construction Yard – The Vale que eu passei a desconfiar que os programados queriam nos mostrar suas habilidades em montar lindos ambientes e por isso resolveram fazer com que o game fosse jogado do início ao fim quase que automaticamente, exigindo pouca ou quase nenhuma habilidade por parte do jogador.

Assim como no Okami, precisamos chegar a determinados lugares para trazê-los de volta à luz e é no local supracitado que este PoP mostra todo seu potencial artístico pela primeira vez. Mostrando um total controle sobre a técnica – tão apreciada por mim – do cell shading, a equipe responsável pela produção do jogo mostra um cuidado tremendo com a direção artística e não tenho certeza de quantos minutos fiquei perambulando pelo cenário apenas admirando sua beleza.

Confesso ter achado a mecânica de recolher as bolas de luz um pouco maçante e que ficar indo e voltando por lugares que já visitamos também torna o desenrolar do jogo um pouco entediante, mas até o momento estou gostando do game, de sua excepcional trilha sonora e de conhecer mais da trama através das conversas com a exuberante Elika. Só espero que mais localidades tão bonitas sejam mostradas.

Read more about A beleza do cell shading