A vida como ela é (ou deveria ser)!
10 mar

Quando o joguei o demo do Batman: Arkham Asylum, admito que algo nele me incomodou. Mesmo tendo adorado a ambientação e os gráficos do game, achei sua jogabilidade muito bobinha, apenas exigindo que apertássemos o botão de soco como um doido e seguindo adiante pelos corredores do hospício que empresta o nome ao título. Por isso optei por não comprá-lo na época de seu lançamento, quando muitos jogos de alto nível estavam chegando as lojas.
Então, de tanto ouvir as pessoas elogiando o jogo, resolvi arriscar e acabei adquirindo a versão do PS3, que comecei a jogar recentemente e agora posso fazer parte do coro: O jogo do morceção é mesmo espetacular!
Em sua versão final Batman: Arkham Asylum se mostrou um game muito mais profundo, com lutas interessantes e na quantidade certa, evolução do personagem, que ganha novas armas e golpes e um ótimo aproveitamento das habilidades de detetive do protagonista. Isso sem falar na imensa quantidade de vilões, o incentivo à exploração do cenário e o exemplar trabalho de dublagem dos atores, com destaque para Mark “Luke Skywalker” Hamill e o seu psicótico Coringa.
Uma parte do jogo que me chamou a atenção foi aquela quando chegamos ao necrotério do hospício. Muito bem dirigida, essa é uma das mais tensas e perturbadoras cenas que já vi em um game, funcionando muito bem, do início ao fim. Para nossa sorte, esse não é o único momento memorável que vivenciamos ao visitarmos o Asilo Arkham.
1 fev

Eu pensei durante muito tempo, horas, sobre como eu poderia descrever a alegria que encontrei ao jogar o impecável Bioshock e sinceramente não conseguir achar as palavras certas.
Quando comecei a jogá-lo, lá em 2008, estava gostando da experiência, mas como adquiri meu Playstation 3 logo depois, acabei encostando o game antes de terminá-lo. No sábado passado eu senti vontade de jogar novamente e decidi que valia a pena começar tudo de volta.
Tratei então de criar um novo save e parti para a cidade submersa de Rapture, dessa vez prestando atenção nos mínimos detalhes e caramba, que jogo fabuloso. Desde a trilha sonora até a espetacular dublagem, passando pela detalhadíssima decoração do lugar e os personagens cheios de vida, com destaque, é claro, para a dupla formada pelo brutamontes Big “Mr. Bubbles” Daddy e as cativantes (e sinistras) Little Sisters.
Acho que ainda tenho um longo caminho pela frente até o final do jogo, no momento estou pouco após achar a câmera fotográfica, mas ouso dizer que o Bioshock em um dos maiores exemplos de game como arte, um trabalho lindamente executado e que certamente entra para a história como um dos melhores jogos que tive o prazer de jogar.
13 jan

Recentemente comentei por aqui que eu havia arriscado comprar o Mercenaries 2. É verdade que o jogo possui alguns errinhos, que os gráficos não são aquela maravilha e vez ou outra tropeçamos na jogabilidade, mas por incrível que pareça, estou gostando do jogo e queria contar uma situação que aconteceu enquanto jogava.
O game conta com algumas missões secundárias, como capturar ou assassinar algumas pessoas ou destruir certos edifícios e após passar por uma dessas construções e não ter a menor ideia de como faria para destruí-la, acabei desistindo, mas enquanto estava me dirigindo para obter uma nova missão, passei perto de outro desses prédios, repleto de inimigos e que precisava ser destruído.
20 nov

Caro leitor do VdG, me diga uma coisa: Você gosta de jogos de tabuleiro? Se a sua resposta foi positiva, então desconfio que você ficará de queixo caído com o presentinho de chegou aqui em casa.
De cara fui surpreendido por uma pacote razoavelmente grande que chegou por Sedex. Como não havia feito nenhuma compra, não fazia a menor ideia do que se tratava e após abrir o pacote com a palavra Confidencial, percebi que se tratava de uma ação da Hasbro para divulgar uma versão reprojetada de um jogo de tabuleiro chamado Risk, este serviu de inspiração para o que conhecemos por aqui como War.
Muito empolgado, tratei de abrir a caixa e a sensação de “wow!” foi inevitável. Como não se impressionar com o enorme mapa que após desdobrado tem quatro vezes o tamanho da caixa, ou não adorar as pecinhas, que mesmo não sendo de metal, representam cidades e tropas.
Segundo Esteban Romiti, Diretor de Marketing da HASBRO Brasil, “há mais de 50 anos as pessoas ao redor do mundo se divertem com RISK tentando controlar o mundo através do combate aos exércitos inimigos. Agora o brasileiro também poderá entrar nessa batalha”.
Mesmo ainda não tendo lido o manual, fica evidente que o Risk é muito mais complexo que o War (que também tenho), tornando a estratégia mais dinâmica e desafiadora. Tudo bem que ao dizer que conquistaria o mundo, estava me referindo a algo mais real, mas pode ter certeza que assim será mais divertido
13 nov

Uma das opções que mais gosto em jogos de futebol é o Manager Mode. Nele devemos escolher uma equipe e tentar torná-la o mais forte possível, vendendo, comprando e emprestando jogadores.
Nesta versão do meu recém chegado Fifa eu decidi entrar num projeto que nunca tive coragem: pegar um time da quarta divisão da Inglaterra e levá-lo ao topo do mundo, conquistando, quem sabe a tão desejada Champions League.
Como não conheço nenhum time daquela divisão, resolvi optar por um cujo uniforme mais me agradava e o premiado foi o modesto Bradford City, fundado em 1903 e que provavelmente possui mais estrutura que muitos times brasileiros.
9 nov

Vocês já devem estar acostumados a ler textos aqui no Vida de Gamer onde rasgo elogios a alguns games que tenho jogado. Não escondo que minha maiores motivações para postar por aqui sejam as experiências gratificantes que presencio em alguns títulos, mas dessa vez será diferente.
Sempre tive muita vontade de jogar mais profundamente o RPG Rogue Galaxy lançado para o PS2 e há alguns dias tenho feito isso. Com pouco menos de 7 horas de jogatina, estou tentando fugir de uma prisão localizada no terceiro planeta do game, depois que meu grupo foi indevidamente acusado de um atentado terrorista.
Rogue Galaxy possui um dos melhores gráficos do console, um enredo interessante e um sistema de batalha muito bacana, onde a habilidade do jogador conta muito, quase um beat ‘em up. Mesmo assim, ele não tem conseguido me empolgar.
Não sei explicar ao certo o motivo, se eu não estou com paciência para jogar um RPG (embora estivesse muito afim quando comecei), se eu não gosto mais tanto do gênero quanto gostava antigamente ou se acabei depositando muita expectativa em cima do jogo, mas o fato é que as últimas duas horas nele foram um verdadeiro pé no saco.
Acho que vou colocar o DVD na prateleira e deixar para jogar numa outra oportunidade.
13 out

Ah! Como é bom voltar aos velhos tempos. Ainda hoje me lembro de quando, em 1996, vi o Tomb Raider pela primeira vez. Sua jogabilidade diferente de tudo o que existia na época, os lindos gráficos e ela, a musa mor dos games, Lara Croft. Como não se encantar com aquele incrível jogo?
Depois de passar por um período sombrio, os produtores da série conseguiram reencontrar o caminho com o Legend e posteriormente com o Anniversary, por isso existia muita expectativa em relação ao oitavo game da franquia, o Underworld e que para muito ela não foi correspondida.
Vi algumas pessoas reclamando que o jogo era muito parecido com os primeiros e que praticamente não havia inovação, com exceção dos gráficos, mas quer saber? Depois de passar algumas horas dentro game, é exatamente aí que está sua graça.