Vida de Gamer

A vida como ela é (ou deveria ser)!

Archive for the ‘Xbox 360’ Category

Minha pequena façanha

Mesmo considerando os Achievements/Trophies uma das melhores invenções desta geração, não posso dizer que eu seja um verdadeiro viciado neles. Até hoje nunca consegui coletar todas as conquistas de um jogo, mas sempre que possível procuro fazer nos jogos alguma tarefa que me garanta alguns pontinhos/troféus para minha coleção.

Depois de muito batalhar consegui ultrapassar uma marca que há muito buscava: Alcançar os 10 mil pontos na minha conta da Live. Tudo bem que isso seria o equivalente a liberar todas as conquistas de apenas 10 jogos, que todos os títulos que joguei no Xbox 360 somados representam quase 50 mil pontos de conquistas e que na minha lista de amigos ecistem vários jogadores (Wagner, AyPyCy e Durfan) que passaram (e muito) dessa marca, mas como não ficar feliz ao chegar a tão emblemático número?

O Achievement que me fez romper a barreira dos 10 mil pontos foi o que conquistamos ao terminar o excepcional Bioshock, que por sinal me surpreendeu pela duração. Ao contrário da maioria dos FPSs, o jogo é bem extenso e o mais legal é que em nenhum momento ele se tornou maçante, pelo menos não para mim. Se você deseja um game com um ótimo enredo e jogabilidade, além de uma direção artística inacreditavelmente bonita, dê uma chance a criação de Ken Levine.

Bioshock, a perfeição em forma de game

Eu pensei durante muito tempo, horas, sobre como eu poderia descrever a alegria que encontrei ao jogar o impecável Bioshock e sinceramente não conseguir achar as palavras certas.

Quando comecei a jogá-lo, lá em 2008, estava gostando da experiência, mas como adquiri meu Playstation 3 logo depois, acabei encostando o game antes de terminá-lo. No sábado passado eu senti vontade de jogar novamente e decidi que valia a pena começar tudo de volta.

Tratei então de criar um novo save e parti para a cidade submersa de Rapture, dessa vez prestando atenção nos mínimos detalhes e caramba, que jogo fabuloso. Desde a trilha sonora até a espetacular dublagem, passando pela detalhadíssima decoração do lugar e os personagens cheios de vida, com destaque, é claro, para a dupla formada pelo brutamontes Big “Mr. Bubbles” Daddy e as cativantes (e sinistras) Little Sisters.

Acho que ainda tenho um longo caminho pela frente até o final do jogo, no momento estou pouco após achar a câmera fotográfica, mas ouso dizer que o Bioshock em um dos maiores exemplos de game como arte, um trabalho lindamente executado e que certamente entra para a história como um dos melhores jogos que tive o prazer de jogar.

O prazer das explosões

Recentemente comentei por aqui que eu havia arriscado comprar o Mercenaries 2. É verdade que o jogo possui alguns errinhos, que os gráficos não são aquela maravilha e vez ou outra tropeçamos na jogabilidade, mas por incrível que pareça, estou gostando do jogo e queria contar uma situação que aconteceu enquanto jogava.

O game conta com algumas missões secundárias, como capturar ou assassinar algumas pessoas ou destruir certos edifícios e após passar por uma dessas construções e não ter a menor ideia de como faria para destruí-la, acabei desistindo, mas  enquanto estava me dirigindo para obter uma nova missão, passei perto de outro desses prédios, repleto de inimigos e que precisava ser destruído.

(mais…)

Mercenários e príncipe em cell-shading

Demorou, mas chegou! Depois de quase um mês de espera (maldita Receita Federal), hoje recebi dois jogos que havia comprado nos EUA. Ambos são um pouco antigos e não se tratam de unanimidades, mas como o preço estava bom, resolvi arriscar.

Mercenaries 2 é um título que sempre tive vontade de jogar. Como sou um amante dos jogos de mundos abertos e por ter adorado o primeiro game, acho que nele encontrarei alguns momentos de diversão. Só de lembrar das missões onde podíamos escolher entre matar um determinado personagem ou levá-lo preso,  já faz com que minha expectativa aumente.

A segunda escolha foi o último game da franquia Prince of Persia. O seu estilo visual desde o início me chamou a atenção e o detalhe dele também se passar num mundo aberto, algo que só descobri ao ver o verso da caixinha, também conta a favor pontos a favor do game.

Por enquanto eles ficarão guardadinhos na estante, já que a meta agora é terminar outro jogo, mas isso é assunto para outro post.

A segunda parte da Guerra Moderna

Na minha opinião, nenhum FPS lançado depois do Half Life 2 foi tão bom quanto o Call of Duty 4. Repleto de momentos memoráveis, o jogo possui uma campanha single player praticamente perfeita, pecando talvez apenas na sua duração.

Por esse motivo, um dos jogos que mais aguardava para este final de ano era o Modern Warfare 2 e a minha cópia para o Xbox 360 acaba de chegar. Sinceramente, não espero que ele supere o antecessor, mas se o jogo tiver 50% da qualidade do CoD4, tenho certeza que valeu o investimento.

Portanto, em breve devo voltar aqui ou no Meio Bit Games com um texto falando um pouco do jogo, aguardem…

Update: Acabei esquecendo de reclamar do manual do jogo. Essas produtoras só podem estar de brincadeira conosco. Poxa, meia dúzia (literalmente) de páginas é sacanagem :x

Quando a inovação não faz falta

Ah! Como é bom voltar aos velhos tempos. Ainda hoje me lembro de quando, em 1996, vi o Tomb Raider pela primeira vez. Sua jogabilidade diferente de tudo o que existia na época, os lindos gráficos e ela, a musa mor dos games, Lara Croft. Como não se encantar com aquele incrível jogo?

Depois de passar por um período sombrio, os produtores da série conseguiram reencontrar o caminho com o Legend e posteriormente com o Anniversary, por isso existia muita expectativa em relação ao oitavo game da franquia, o Underworld e que para muito ela não foi correspondida.

Vi algumas pessoas reclamando que o jogo era muito parecido com os primeiros e que praticamente não havia inovação, com exceção dos gráficos, mas quer saber? Depois de passar algumas horas dentro game, é exatamente aí que está sua graça.

(mais…)

O jogo de luta que me prendeu

Eu gosto bastante de jogos de luta. Admiro as pessoas que consegue se dedicar a este gênero e se tornam verdadeiros metres na arte de trocar sopapos virtualmente, mas via de regra, eu não consigo me prender a eles por muito tempo. Normalmente enjôo rápido desses jogos, principalmente por não ter muita paciência em me especializar no jogo.

Quando foi lançado, ouvi muitos elogios ao Soul Calibur IV, mas por achar que o investimento não valeria a pena, acabei não o comprando, o que fiz recentemente e agora posso dizer: Que jogaço!

Indo contra todas as minhas expectativas, o SCIV está me prendeu durante toda esta semana e volta e meia eu estava sentado em frente a TV desferindo espadadas para todos os lados.

Apesar do modo História e Arcade serem relativamente curtos, o Tower of Lost Souls é suficiente para nos manter entretido por um bom tempo, assim como o robusto editor de personagens, onde já passei algumas horas criando lutadores.

O que também merece ser elogiado no game é o seu visual. Ouso dizer que não atualmente um game de luta que chegue perto do esplendor gráfico de SCIV. Texturas, efeito de luz e sombra, cenários, enfim, tudo no jogo enche nossos olhos e assistir uma luta e reparar nos movimentos realista dos personagens é uma tarefa muito satisfatória. Sem falar nas lindas lutadoras e seus atributos, digamos, “avantajados” :)

            

Categorias

Enquanto isso...

Coleção

Mega Drive Super Nintendo PS2 PS3
Nintendo DS PSP Xbox 360 Game Cube Wii

Enquete

Desses, qual o melhor Final Fantasy?

Ver Parcial

Loading ... Loading ...