17
2009
Primeira parte da saga do Deus da Guerra

Eu joguei o primeiro God of War na época do seu lançamento, lá em 2005. Tenho que admitir que daquela ocasião para cá, não toquei mais no jogo e muito do que ele me proporcionou acabou sendo apagado de minha memória pelo tempo.
Não me lembrava de muitos detalhes de seu ótimo enredo, da forma como Kratos foi manipulado, traído e subestimado, motivos que tornam muitas de suas atitudes, até certo ponto… aceitáveis.
Também não lembrava de sua espetacular trilha sonora e como seus gráficos, mesmo hoje em dia, são tão imersivos e bonitos, se é que há beleza na morte, carnificina e sanguinolência espalhada por todos os cantos que olhamos.
Porém, felizmente eu consegui relembrar tudo isso, graças a Sony e a recomendadíssima coleção do Deus da Guerra. Agora é me preparar para começar o segundo jogo do disco.

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[...] no mundo dos games sujeito mais casca grossa que o Kratos? Tudo bem que o Fantasma de Esparta tem motivos para carregar tanta ira sobre os ombros, mas não podemos negar que o brutamontes também parece [...]