As pessoas costumam falar que os jogos musicais estão mortos e que há muito não trazem inovação, o que eu não teria coragem de discordar, mas mesmo assim eu estava bem interessado em adquirir o Rock Band 3 por um simples motivo, a sua lista de músicas. Além do jogo ter aquela que considero a melhor seleção de todos os títulos da franquia, desde o seu lançamento a Harmonix deixou de lançar novas faixas para as versões anteriores e para mim só isso já valeria a sua aquisição.

Com a chegada do game por aqui agora poderei finalmente tocar/jogar algumas músicas que adoro, como Smoke on the Water do Deep Purple, Good Vibrations do Beach Boys, Free Bird do Lynyrd Skynyrd e a Bohemian Rhapsody do Queen, além é claro da Light My Fire do The Doors, que irei comprar.

Mas… junto com o RB3 chegaram outros jogos e dois deles são títulos que também estavam na minha lista há bastante tempo. Estou falando do primeiro e do segundo BioShock. O que deu início à série está entre os melhores jogos dessa geração na minha opinião e depois de ter vendido a versão para Xbox 360 que possuia, estava querendo pegar ele de novo, só que para o Playstation 3 e decidi então dar uma chance à sua sequência, já que sempre tive um certo receio em relação a ele devido a ausência de Ken Levine na produção.

Por fim, na hora de fechar a compra me bateu uma grande vontade de jogar algum beat ‘em up e optei pelo The Lord of the Rings: Return of the King, game que sempre me pareceu muito legal, mas que nunca joguei para valer, então vamos ver se ele é mesmo tão divertido quanto o pessoal costuma dizer. Tudo bem que irei logo para o desfecho da trilogia, mas se gostar, acho que comprarei os outros dois.


 

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Pai em tempo integral do pequeno Nicolas, enquanto se divide escrevendo para o Meio Bit Games e Vida de Gamer, tenta encontrar um tempinho para aproveitar algumas das suas paixões, os filmes, os quadrinhos, o futebol e os videogames. Acredita que um dia conseguirá jogar todos os games da sua coleção.