A vida como ela é (ou deveria ser)!
21 set

Eu não resisti. Mal chegou aqui em casa e já aproveitei algumas horas da tarde de sábado para jogar e terminar o ótimo jogo Quackshot do Mega Drive.
Fazia muito tempo que eu estava querendo jogar ele novamente e mesmo 18 anos após seu lançamento, pude comprovar que o game se mantém extremamente divertido. Se já não bastasse os lindos gráficos, a marcante trilha sonora e a jogabilidade na medida, o que mais impressiona, na minha opinião, é o fato de termos que revisitar alguns estágios para obter alguns itens essenciais ao desenrolar da aventura, sem dúvida algo inveja para um jogo da época.
Também gosto muito da temática do jogo, colocando o ranzinza Donald no papel de um caçador de tesouros, inclusive fazendo diversas menções a um dos maiores personagens do cinema, o arqueólogo Indiana Jones. Por falar nisso, duas passagens do jogo são memoráveis: A parte onde temos que acertar uma sequência de símbolos no chão para não morrermos esmagados e outra onde temos que pular sobre pedras invisíveis para não cair em um precipício. Memorável!
Resumindo, se você nunca jogou o Quackshot, recomendo fortemente, se já o fez na época do Mega Drive, vá por mim, vale muito a pena jogar novamente.
19 set
Na semana passada tive a oportunidade de arrematar mais alguns jogos de Mega Drive. Nessa leva consegui três clássicos do console e que considero muito bons.
O primeiro é o Thunder Force III, shmup lateral criado pela extinta Technosoft e lançado em 1990. O jogo pode não ser tão bom quanto um R-Type, mas sua bela trilha sonora e jogabilidade decente permitem uma boa diversão durante boas horas.
O segundo título escolhido foi o Ghostbusters, lançado no mesmo longínquo ano e que nos permitia caçar alguns fantasmas em vários estágios. O complicado é ter que ouvir do meu sobrinho que o do videogame dele (um PS3) é melhor que esse :/
Por último, deixei aquele que considero a cereja do bolo, o fantástico Quackshot. Para mim, este é um dos melhores jogos do Mega Drive e viver toda a aventura do Pato Donald novamente será algo muito legal. A única coisa que lamento é a falta de passwords no jogo. Vai ter que ser do início ao fim sem paradas
8 set

Quando eu investi algumas dezenas de Reais no meu Mega Drive, algumas pessoas não entenderam, me questionaram o porque comprar um videogame “velho” sendo que possuo vários consoles de última geração. Tentar explicar para essas pessoas a felicidade em ser um retrogamer não é fácil e desconfio não ter conseguindo realizar tal tarefa, mas se elas estivessem aqui em casa ontem, talvez tiriam percebido como me sentia ao jogar, do início ao fim, um dos maiores clássicos da indústria, o primeiro Sonic The Hedgehog.
Durante os minutos que levei para terminar o jogo, quem estivesse ao meu lado perceberia a alegria estampada no leve sorriso no canto de minha boca ao relembrar as coloridas fases do jogo, ao cantarolar as memoráveis músicas ou me desesperar a procura de bolhas de ar em Labyrinth Zone.
No final, consegui reviver alguns bons momentos da infância e matar a saudade de como é jogar um bom game do porco-espinho. Só não consigo me lembrar o que acontecia quando recuperávamos todas as Chaos Emerald. Consegui recuperar apenas 5 delas.
Agora é me preparar para terminar o segundo, comprar o terceiro e o Sonic & Knucles. E os chatos de plantão que vivem em função de gráficos em alta definição que me perdoem, mas jogos antigos são muito legais
2 ago
O começo do mês chegou e já estou me preparando para fazer um pedido de jogos lá dos Estados Unidos. Dessa vez eu gostaria de pedir a ajuda de vocês, pois estou na dúvida em relação a alguns jogos que não tive a oportunidade de jogar, ou joguei bem pouco, portanto gostaria de saber se vale a pena investir nesses games.
Entre os que mais me chamaram a atenção, está o Phantasy Star IV do Mega Drive. Da série o único que joguei um pouco mais foi o do Master System. Até achei o jogo interessante, mas quando joguei não entendia muito bem a mecânica dos RPGs poir devia ter, sei lá, uns 9 anos.
Também me interessei pelo Illusion of Gaia do Snes. Sempre ouvi bons comentários sobre este RPG de ação, mas nunca tive contato com ele. O que me agradou nele é não ter batalhas por turno e sim algo mais no estilo do Zelda. Dizem que seu enredo é emocionante e muito bem construído.
Partindo para os jogos do Playstation, como não cheguei a terminar o Final Fantasy VI (III nos EUA) e este custa bem caro para o Super Nintendo, estive pensando em comprar o Final Fantasy Anthology do PSOne, já que o pacote vem com dois CDs, um do FFV e outro com o FFVI. Tem ainda o Final Fantasy Chronicles, este trazendo o clássico Chrono Trigger e o FFIV. Outra possibilidade seria levar um Final Fantasy IX, também do PSOne e que nunca cheguei a jogar ou o Chronno Cross que cheguei bem longe mas não terminei.
Bom, as opções estão aí. Além de pedir que deixem seus comentários, coloquei uma enquete onde podem ser escolhidos três jogos. Levem em consideração que todos estão na mesma faixa de preço (entre 15 e 20 dólares) e apenas os jogos do PSOne estão completos, já que se trata de games lacrados.
Quais desses você compraria?
Votos Totais: 26
30 jul

É isso aí caríssimo leitor do Vida de Gamer , missão cumprida. Depois de desvendar uma conspiração intergaláctica que pretendia aniquilar a raça humana, ter a memória apagada e percorrer os confins do universo, consegui chegar ao final da saga vivida pelo agente de Conrad B. Hart.
Acredito que após essas horas de pura diversão proporcionada por esta obra prima chamada Flashback, a sensação é mesmo de pura alegria, não ter terminado o jogo, mas por ter revivido este fantástico jogo e repito, ter percebido que bons jogos são mesmo atemporais.
Agora é partir para outro jogo e tentar apagar aquele sentimento de vazio que temos ao acabar um bom livro, filme ou porque não, videogame?
23 jul

Ontem comecei a jogar a jogar o Flashback no meu Mega Drive. Tinha para mim que se tratava de um jogo impecável e preciso admitir que estava com um pouco de medo de me decepcionar, de achar o game datado e estragar uma lembrança tão bacana.
Após passar as duas primeiras fases, posso dizer com certeza absoluta que se trata de uma obra praticamente perfeita. A criação do francês Paul Cuisset é um dos momentos mais bonitos da história dos jogos eletrônicos e agora tenho certeza que se eu só voltar a ver jogar esta pérola daqui há 30 anos, voltarei a me encantar com sua beleza.
Logo no início, quando assumimos o controle do agente Conrad B. Hart, Flashback se mostra um título sublime. Desde a movimentação assustadoramente real do protagonista até a trilha sonora minimalista, o jogo está repleto de momentos geniais, como a hora em que recuperamos o holocubo, mais tarde quando encontramos Ian, amigo de Conrad e que o ajuda a recuperar a memória, ou ainda a parte em que enfrentamos a burocracia para tirar uma carteira de trabalho que será usada conseguirmos emprego e assim pagar uma sujeito que faz documentos falsos.
Não escondo de ninguém que sou uma pessoa extremamente nostálgica, mas aqui posso garantir que não se trata de saudosismo. Flashback é arte em estado bruto, um jogo que pude comprovar ter rompido as barreiras do tempo e se mantendo bom, bom não, ótimo. Na minha opinião, uma mostra de que os videogames não precisam de gráficos em alta definição ou efeitos sonoros de última geração, apenas a boa criatividade, um trabalho bem feito e que seja capaz de proporcionar muita diversão.
O que me deixa ainda mais feliz é saber que consegui o cartucho original, completo e que espero, nunca precise me desfazer dele. Posso dizer que este jogo faz parte da minha história com o gamer e definitivamente, é difícil esconder a alegria por tê-lo em minha pequena coleção.
20 jul
Quando eu tive a ideia de criar o VdG, o objetivo além de falar um pouco das minhas experiências como jogador, era publicar sobre jogos e videogames que eu comprasse. Desde o início muita coisa já passou por aqui, a aquisição do Xbox 360, do PS3 e do Wii, dezenas de jogos e opiniões sobre alguns deles, contudo, posso dizer seguramente que hoje é um dos dias mais legais desde que o blog iniciou suas atividades.
Pouco antes da hora do almoço o carteiro bateu aqui para entregar dois pacotes vindo dos EUA, se tratava dos pedidos que fiz no começo do mês. O primeiro continha três jogos de Mega Drive, todos com capa e manuais, sendo eles: Rocket Knight Adventure, World of Illusion e aquele que considero um d0s melhores games que já joguei, o Flashback.
Este último já considero um dos meus principais xodós. Com uma arte belíssima na capa, o jogo possui, junto com o manual, uma história em quadrinhos com 14 páginas e a minha única lamentação é que o antigo dono fez algumas (poucas) anotações a caneta nele. Está certo que isso tira um pouco do brilho do ítem, mas como paguei cerca de R$ 25 nele, acho que valeu a pena.
O que posso dizer é que hoje, por causa dessa simples aquisição, considero minha pequena coleção mais completa já que realizei um sonho muito antigo. A sensação de estar com o jogo em mãos é algo inenarrável.
O outro pacote tinha dois jogos, um do Wii e outro do Xbox 360. Para o console da Nintendo comprei o Resident Evil: The Umbrella Chronicles, game que sempre tive vontade de jogar pois gosto bastante do gênero rail shooter. Para o 360 eu comprei o aclamado Fable II. Como vocês devem saber, meu console deu as temidas 3RL, mas essa compra fiz antes do videogame falecer.
Ah, em relação ao Xbox 360, essa semana devo ter alguma novidade, estou para comprar outro. Por falar nisso, se tudo der certo, nos próximos dias devo falar sobre a minha nova aquisição Old School, aguardem…