Vida de Gamer

A vida como ela é (ou deveria ser)!

Identidade recuperada

É isso aí caríssimo leitor do Vida de Gamer , missão cumprida. Depois de desvendar uma conspiração intergaláctica que pretendia aniquilar a raça humana, ter a memória apagada e percorrer os confins do universo, consegui chegar ao final da saga vivida pelo agente de Conrad B. Hart.

Acredito que após essas horas de pura diversão proporcionada por esta obra prima chamada Flashback, a sensação é mesmo de pura alegria, não ter terminado o jogo, mas por ter revivido este fantástico jogo e repito, ter percebido que bons jogos são mesmo atemporais.

Agora é partir para outro jogo e tentar apagar aquele sentimento de vazio que temos ao acabar um bom livro, filme ou porque não, videogame?

A busca pela identidade

Ontem comecei a jogar a jogar o Flashback no meu Mega Drive. Tinha para mim que se tratava de um jogo impecável e preciso admitir que estava com um pouco de medo de me decepcionar, de achar o game datado e estragar uma lembrança tão bacana.

Após passar as duas primeiras fases, posso dizer com certeza absoluta que se trata de uma obra praticamente perfeita. A criação do francês Paul Cuisset é um dos momentos mais bonitos da história dos jogos eletrônicos e agora tenho certeza que se eu só voltar a ver jogar esta pérola daqui há 30 anos, voltarei a me encantar com sua beleza.

Logo no início, quando assumimos o controle do agente Conrad B. Hart, Flashback se mostra um título sublime. Desde a movimentação assustadoramente real do protagonista até a trilha sonora minimalista, o jogo está repleto de momentos geniais, como a hora em que recuperamos o holocubo, mais tarde quando encontramos Ian, amigo de Conrad e que o ajuda a recuperar a memória, ou ainda a parte em que enfrentamos a burocracia  para tirar uma carteira de trabalho que será usada conseguirmos emprego e assim pagar uma sujeito que faz documentos falsos.

Não escondo de ninguém que sou uma pessoa extremamente nostálgica, mas aqui posso garantir que não se trata de saudosismo. Flashback é arte em estado bruto, um jogo que pude comprovar ter rompido as barreiras do tempo e se mantendo bom, bom não, ótimo. Na minha opinião, uma mostra de que os videogames não precisam de gráficos em alta definição ou efeitos sonoros de última geração, apenas a boa criatividade, um trabalho bem feito e que seja capaz de proporcionar muita diversão.

O que me deixa ainda mais feliz é saber que consegui o cartucho original, completo e que espero, nunca precise me desfazer dele. Posso dizer que este jogo faz parte da minha história com o gamer e definitivamente, é difícil esconder a alegria por tê-lo em minha pequena coleção.

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Genesis, zumbis e fábula

Quando eu tive a ideia de criar o VdG, o objetivo além de falar um pouco das  minhas experiências como jogador, era publicar sobre jogos e videogames que eu comprasse. Desde o início muita coisa já passou por aqui, a aquisição do Xbox 360, do PS3 e do Wii, dezenas de jogos e opiniões sobre alguns deles, contudo, posso dizer seguramente que hoje é um dos dias mais legais desde que o blog iniciou suas atividades.

Pouco antes da hora do almoço o carteiro bateu aqui para entregar dois pacotes vindo dos EUA, se tratava dos pedidos que fiz no começo do mês. O primeiro continha três jogos de Mega Drive, todos com capa e manuais, sendo eles:  Rocket Knight Adventure, World of Illusion e aquele que considero um d0s melhores games que já joguei, o Flashback.

Este último já considero um dos meus principais xodós. Com uma arte belíssima na capa, o jogo possui, junto com o manual, uma história em quadrinhos com 14 páginas e a minha única lamentação é que o antigo dono fez algumas (poucas) anotações a caneta nele. Está certo que isso tira um pouco do brilho do ítem, mas como paguei cerca de R$ 25 nele, acho que valeu a pena.

O que posso dizer é que hoje, por causa dessa simples aquisição, considero minha pequena coleção mais completa já que realizei um sonho muito antigo. A sensação de estar com o jogo em mãos é algo inenarrável.

O outro pacote tinha dois jogos, um do Wii e outro do Xbox 360. Para o console da Nintendo comprei o Resident Evil: The Umbrella Chronicles, game que sempre tive vontade de jogar pois gosto bastante do gênero rail shooter. Para o 360 eu comprei o aclamado Fable II. Como vocês devem saber, meu console deu as temidas 3RL, mas essa compra fiz antes do videogame falecer.

Ah, em relação ao Xbox 360, essa semana devo ter alguma novidade, estou para comprar outro. Por falar nisso, se tudo der certo, nos próximos dias devo falar sobre a minha nova aquisição Old School, aguardem…

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