Primeira parte da saga do Deus da Guerra

Eu joguei o primeiro God of War na época do seu lançamento, lá em 2005. Tenho que admitir que daquela ocasião para cá, não toquei mais no jogo e muito do que ele me proporcionou acabou sendo apagado de minha memória pelo tempo. Não me lembrava de muitos detalhes de seu ótimo enredo, da forma […]



O deus da guerra e sua coleção

Há alguns meses eu estava pensando seriamente em comprar os dois God of War lançados para o Playstation 2. Apesar de já ter terminado ambos, gosto bastante da série e tê-los na minha coleção seria interessante pois queria jogar novamente. Por sorte acabei deixando a comprar para outra oportunidade e quando a Sony revelou que […]



Um mais magrinho e o outro com duas telas

No mês passado eu vendi o meu PSP, não porque não gostava do aparelho, mas porque minha irmã queria dar um para o meu sobrinho e como eu não estava jogando muito, combinamos dela comprar outro para mim em dezembro. Ontem então ela trouxe para mim um PSP Slim.

Ainda não pude fuçar muito no brinquedo, mas pude notar que ele é bem mais fino que o meu antigo Fat e muito mais leve. Ele também passa a impressão de ser um produto mais vagabundo, mas acho que é apenas impressão mesmo.

O portátil veio com o Ratchet & Clank: Size Matters e o filme A Lenda do Tesouro Perdido 2, ambos em UMD e a caixa é muito bonita, cheia de detalhes em alto relevo. Só é uma pena os disquinhos não virem com suas respectivas caixinhas.

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Terror no espaço e tour por Los Angeles

E mais dois jogos acabam de engrossar a minha coleção do Playstation 3, o Dead Space e o Midnight Club: Los Angeles. Ambos são títulos que eu tinha muita vontade de jogar e por tr esperado alguns vários meses, consegui comprá-los por um preço bem acessível.

O primeiro sempre me chamou a atenção por ser um jogo de terror e por possuir uma temática interessante e após assistira a animação Dead Space: Downfall, minha expectativa só aumentou.

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A segunda parte da Guerra Moderna

Na minha opinião, nenhum FPS lançado depois do Half Life 2 foi tão bom quanto o Call of Duty 4. Repleto de momentos memoráveis, o jogo possui uma campanha single player praticamente perfeita, pecando talvez apenas na sua duração. Por esse motivo, um dos jogos que mais aguardava para este final de ano era o […]



De volta à casa de Silent Hill

Passadinha rápida para dizer que ontem chegou o meu Silent Hill Homecoming para o Playstation 3. O jogo não foi muito bem aceito pela crítica especializada, que em certos casos afirmou que ele perdeu o horror dos títulos anteriores e que a parte gráfica não é tão bonita quanto os games atuais. Porém, como um […]



Gamer também de tabuleiro

Caro leitor do VdG, me diga uma coisa: Você gosta de jogos de tabuleiro? Se a sua resposta foi positiva, então desconfio que você ficará de queixo caído com o presentinho de chegou aqui em casa.

De cara fui surpreendido por uma pacote razoavelmente grande que chegou por Sedex. Como não havia feito nenhuma compra, não fazia a menor ideia do que se tratava e após abrir o pacote com a palavra Confidencial, percebi que se tratava de uma ação da Hasbro para divulgar uma versão reprojetada de um jogo de tabuleiro chamado Risk, este serviu de inspiração para o que conhecemos por aqui como War.

Muito empolgado, tratei de abrir a caixa e a sensação de “wow!” foi inevitável. Como não se impressionar com o enorme mapa que após desdobrado tem quatro vezes o tamanho da caixa, ou não adorar as pecinhas, que mesmo não sendo de metal, representam cidades e tropas.

Segundo Esteban Romiti, Diretor de Marketing da HASBRO Brasil, “há mais de 50 anos as pessoas ao redor do mundo se divertem com RISK tentando controlar o mundo através do combate aos exércitos inimigos. Agora o brasileiro também poderá entrar nessa batalha”.

Mesmo ainda não tendo lido o manual, fica evidente que o Risk é muito mais complexo que o War (que também tenho), tornando a estratégia mais dinâmica e desafiadora. Tudo bem que ao dizer que conquistaria o mundo, estava me referindo a algo mais real, mas pode ter certeza que assim será mais divertido 🙂

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A dura vida dos pequenos – Fifa 10

Uma das opções que mais gosto em jogos de futebol é o Manager Mode. Nele devemos escolher uma equipe e tentar torná-la o mais forte possível, vendendo, comprando e emprestando jogadores.

Nesta versão do meu recém chegado Fifa eu decidi entrar num projeto que nunca tive coragem: pegar um time da quarta divisão da Inglaterra e levá-lo ao topo do mundo, conquistando, quem sabe a tão desejada Champions League.

Como não conheço nenhum time daquela divisão, resolvi optar por um cujo uniforme mais me agradava e o premiado foi o modesto Bradford City, fundado em 1903 e que provavelmente possui mais estrutura que muitos times brasileiros.

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Frustração galáctica

Vocês já devem estar acostumados a ler textos aqui no Vida de Gamer onde rasgo elogios a alguns games que tenho jogado. Não escondo que minha maiores motivações para postar por aqui sejam as experiências gratificantes que presencio em alguns títulos, mas dessa vez será diferente. Sempre tive muita vontade de jogar mais profundamente o […]



Nathan Drake, um aventureiro como poucos

Fim de papo. Após exatas 12 horas, cheguei ao final do Uncharted 2. Depois de viver situações memoráveis controlando o protagonista, fica muito difícil encontrar palavras para descrever quão grandioso o game é. Desde a impecável dublagem dos personagens, até os cenários lindos, passando pela jogabilidade refinada e diálogos bem humorados, Uncharted 2 é um […]