Vida de Gamer

A vida como ela é (ou deveria ser)!

Me esgueirando pelo Asilo Arkham

Quando o joguei o demo do Batman: Arkham Asylum, admito que algo nele me incomodou. Mesmo tendo adorado a ambientação e os gráficos do game, achei sua jogabilidade muito bobinha, apenas exigindo que apertássemos o botão de soco como um doido e seguindo adiante pelos corredores do hospício que empresta o nome ao título. Por isso optei por não comprá-lo na época de seu lançamento, quando muitos jogos de alto nível estavam chegando as lojas.

Então, de tanto ouvir as pessoas elogiando o jogo, resolvi arriscar e acabei adquirindo a versão do PS3, que comecei a jogar recentemente e agora posso fazer parte do coro: O jogo do morceção é mesmo espetacular!

Em sua versão final Batman: Arkham Asylum se mostrou um game muito mais profundo, com lutas interessantes e na quantidade certa, evolução do personagem, que ganha novas armas e golpes e um ótimo aproveitamento das habilidades de detetive do protagonista. Isso sem falar na imensa quantidade de vilões, o incentivo à exploração do cenário e o exemplar trabalho de dublagem dos atores, com destaque para Mark “Luke Skywalker” Hamill e o seu psicótico Coringa.

Uma parte do jogo que me chamou a atenção foi aquela quando chegamos ao necrotério do hospício. Muito bem dirigida, essa é uma das mais tensas e perturbadoras cenas que já vi em um game, funcionando muito bem, do início ao fim. Para nossa sorte, esse não é o único momento memorável que vivenciamos ao visitarmos o Asilo Arkham.

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  • Arquivado em: Jogando..., PS3

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  • De volta aos games de PC

    E finalmente aconteceu! Depois daquela frustrada tentativa de fazer um upgrade no PC, a placa mãe da minha máquina queimou e como era bem antiga, até sem PCI-e, resolvi que valeria a pena pegar uma nova e consecutivamente mudar praticamente todas as peças.

    Não sei quanto a vocês, mas sou fissurado pelas caixas dessas coisas e quando os componentes chegaram aqui não pude deixar de me impressionar com a caixa da placa de vídeo e cheguei a comentar sobre lá no Twiiter. Logo surgiram algumas pessoas pedindo para que eu publicasse fotos e aqui estão elas.

    Além do belo visual, a embalagem possui um acabamento impecável, com verniz em algumas partes e até mesmo um aviso de porta para quando estivermos jogando. Em relação a VGA, essa ATI 4870 impressiona pelo tamanho. Ainda não consegui colocar o bichinho para funcionar, pois estava esperando a chegada do Windows 7 que usarei na máquina, o que aconteceu hoje.

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  • Arquivado em: Aquisições, PC

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  • Minha pequena façanha

    Mesmo considerando os Achievements/Trophies uma das melhores invenções desta geração, não posso dizer que eu seja um verdadeiro viciado neles. Até hoje nunca consegui coletar todas as conquistas de um jogo, mas sempre que possível procuro fazer nos jogos alguma tarefa que me garanta alguns pontinhos/troféus para minha coleção.

    Depois de muito batalhar consegui ultrapassar uma marca que há muito buscava: Alcançar os 10 mil pontos na minha conta da Live. Tudo bem que isso seria o equivalente a liberar todas as conquistas de apenas 10 jogos, que todos os títulos que joguei no Xbox 360 somados representam quase 50 mil pontos de conquistas e que na minha lista de amigos ecistem vários jogadores (Wagner, AyPyCy e Durfan) que passaram (e muito) dessa marca, mas como não ficar feliz ao chegar a tão emblemático número?

    O Achievement que me fez romper a barreira dos 10 mil pontos foi o que conquistamos ao terminar o excepcional Bioshock, que por sinal me surpreendeu pela duração. Ao contrário da maioria dos FPSs, o jogo é bem extenso e o mais legal é que em nenhum momento ele se tornou maçante, pelo menos não para mim. Se você deseja um game com um ótimo enredo e jogabilidade, além de uma direção artística inacreditavelmente bonita, dê uma chance a criação de Ken Levine.

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  • Arquivado em: Terminados, Vida Virtual, Xbox 360

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  • Baciada de jogos

    Na última semana eu consegui tirar alguns dias de folga e o destino escolhido foi a bela cidade de Foz do Iguaçu. Lá pude conhecer o bacana Parque das Aves e a colossal Usina de Itaipu, além de visitar a deslumbrante Cataratas do Iguaçu. Mas como bom gamer que sou, não podia perder a oportunidade de ir até o Paraguai e comprar alguns títulos. Nesse post mostrarei o que trouxe de lá na bagagem.

    Porém, antes preciso dizer o quanto o país me surpreendeu, não pela organização, que realmente inexiste ou pela sujeira, que como me disseram, domina mesmo Ciudad del Este, mas o que não esperava encontrar por lá era a cordialidade. Em todas as lojas que entrei, os vendedores sempre me trataram bem e com exceção de um ou outro mal educado nas ruas, o povo paraguaio se mostrou muito hospitaleiro. Talvez eu tenha dado sorte, mas o fato é que não aconteceu a hostilidade que muitos disseram que iria acontecer. Mas vamos aos jogos, que é o que interessa.

    Eu já tinha uma listinha mental do que procurava e o primeiro jogo que mostrarei é o bundle do Guitar Hero 5 com a guitarra. O conjunto acabou me custando US$ 110, um preço muito inferior ao encontrado por aqui e agora poderei completar minha banda quando jogar com o pessoal. Não sei quanto a vocês, mas eu achei a guitarra desse jogo muito mais bonita que a do Rock Band.

    dori_par_15.02.10

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  • Arquivado em: Aquisições, PS3, PSP

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  • Bioshock, a perfeição em forma de game

    Eu pensei durante muito tempo, horas, sobre como eu poderia descrever a alegria que encontrei ao jogar o impecável Bioshock e sinceramente não conseguir achar as palavras certas.

    Quando comecei a jogá-lo, lá em 2008, estava gostando da experiência, mas como adquiri meu Playstation 3 logo depois, acabei encostando o game antes de terminá-lo. No sábado passado eu senti vontade de jogar novamente e decidi que valia a pena começar tudo de volta.

    Tratei então de criar um novo save e parti para a cidade submersa de Rapture, dessa vez prestando atenção nos mínimos detalhes e caramba, que jogo fabuloso. Desde a trilha sonora até a espetacular dublagem, passando pela detalhadíssima decoração do lugar e os personagens cheios de vida, com destaque, é claro, para a dupla formada pelo brutamontes Big “Mr. Bubbles” Daddy e as cativantes (e sinistras) Little Sisters.

    Acho que ainda tenho um longo caminho pela frente até o final do jogo, no momento estou pouco após achar a câmera fotográfica, mas ouso dizer que o Bioshock em um dos maiores exemplos de game como arte, um trabalho lindamente executado e que certamente entra para a história como um dos melhores jogos que tive o prazer de jogar.

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  • Arquivado em: Jogando..., Xbox 360

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  • O prazer das explosões

    Recentemente comentei por aqui que eu havia arriscado comprar o Mercenaries 2. É verdade que o jogo possui alguns errinhos, que os gráficos não são aquela maravilha e vez ou outra tropeçamos na jogabilidade, mas por incrível que pareça, estou gostando do jogo e queria contar uma situação que aconteceu enquanto jogava.

    O game conta com algumas missões secundárias, como capturar ou assassinar algumas pessoas ou destruir certos edifícios e após passar por uma dessas construções e não ter a menor ideia de como faria para destruí-la, acabei desistindo, mas  enquanto estava me dirigindo para obter uma nova missão, passei perto de outro desses prédios, repleto de inimigos e que precisava ser destruído.

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  • Arquivado em: Jogando..., Vida Virtual, Xbox 360

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  • O Mario de papel

    Dezenove horas! Esse foi o tempo que levei para conseguir chegar ao final do Super Paper Mario para o Nintendo Wii. Ao contrário do que eu pensava inicialmente, o jogo não é um RPG e sim um típico jogo de plataforma com elementos de Role Playing Game.

    Ao longo de todo o jogo somos obrigados a solucionar alguns enigmas, utilizar itens para aumentar nossos poderes e aproveitar os diversos Pixls encontrados para prosseguir na aventura. Embora esses detalhes tornem a jogabilidade mais dinâmica, fiquei com a sensação de que tantos os itens quanto as criaturinhas que nos ajudam foram pouco utilizadas.

    Durante o jogo também encontramos outros personagens que se tornam jogáveis, como a Princesa Peach e o Luigi, o interessante é que cada um deles possui uma habilidade específica como pular mais alto, mas o destaque fica mesmo com o Mario e seu poder de transformar a visão de 2D para 3D, algo parecido com o que foi feito neste mod do Doom.

    Um detalhe muito legal é a capacidade do jogo de fazer piada sobre quase tudo, com destaque para a comprovação de que muitos de nós somos mesmo nerds ou com a fase The Underwhere, lugar para onde vão os personagens quando é dado um Game Over.

    Um jogo altamente recomendado e que trouxe um pouco de inovação para a franquia, com quebra-cabeças interessantes, um estilo visual belíssimo e muitas horas de diversão, só peca mesmo pela baixa dificuldade.

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  • Arquivado em: Terminados, Wii

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