A vida como ela é (ou deveria ser)!
1 fev

Eu pensei durante muito tempo, horas, sobre como eu poderia descrever a alegria que encontrei ao jogar o impecável Bioshock e sinceramente não conseguir achar as palavras certas.
Quando comecei a jogá-lo, lá em 2008, estava gostando da experiência, mas como adquiri meu Playstation 3 logo depois, acabei encostando o game antes de terminá-lo. No sábado passado eu senti vontade de jogar novamente e decidi que valia a pena começar tudo de volta.
Tratei então de criar um novo save e parti para a cidade submersa de Rapture, dessa vez prestando atenção nos mínimos detalhes e caramba, que jogo fabuloso. Desde a trilha sonora até a espetacular dublagem, passando pela detalhadíssima decoração do lugar e os personagens cheios de vida, com destaque, é claro, para a dupla formada pelo brutamontes Big “Mr. Bubbles” Daddy e as cativantes (e sinistras) Little Sisters.
Acho que ainda tenho um longo caminho pela frente até o final do jogo, no momento estou pouco após achar a câmera fotográfica, mas ouso dizer que o Bioshock em um dos maiores exemplos de game como arte, um trabalho lindamente executado e que certamente entra para a história como um dos melhores jogos que tive o prazer de jogar.
13 jan

Recentemente comentei por aqui que eu havia arriscado comprar o Mercenaries 2. É verdade que o jogo possui alguns errinhos, que os gráficos não são aquela maravilha e vez ou outra tropeçamos na jogabilidade, mas por incrível que pareça, estou gostando do jogo e queria contar uma situação que aconteceu enquanto jogava.
O game conta com algumas missões secundárias, como capturar ou assassinar algumas pessoas ou destruir certos edifícios e após passar por uma dessas construções e não ter a menor ideia de como faria para destruí-la, acabei desistindo, mas enquanto estava me dirigindo para obter uma nova missão, passei perto de outro desses prédios, repleto de inimigos e que precisava ser destruído.
9 jan

Dezenove horas! Esse foi o tempo que levei para conseguir chegar ao final do Super Paper Mario para o Nintendo Wii. Ao contrário do que eu pensava inicialmente, o jogo não é um RPG e sim um típico jogo de plataforma com elementos de Role Playing Game.
Ao longo de todo o jogo somos obrigados a solucionar alguns enigmas, utilizar itens para aumentar nossos poderes e aproveitar os diversos Pixls encontrados para prosseguir na aventura. Embora esses detalhes tornem a jogabilidade mais dinâmica, fiquei com a sensação de que tantos os itens quanto as criaturinhas que nos ajudam foram pouco utilizadas.
Durante o jogo também encontramos outros personagens que se tornam jogáveis, como a Princesa Peach e o Luigi, o interessante é que cada um deles possui uma habilidade específica como pular mais alto, mas o destaque fica mesmo com o Mario e seu poder de transformar a visão de 2D para 3D, algo parecido com o que foi feito neste mod do Doom.
Um detalhe muito legal é a capacidade do jogo de fazer piada sobre quase tudo, com destaque para a comprovação de que muitos de nós somos mesmo nerds ou com a fase The Underwhere, lugar para onde vão os personagens quando é dado um Game Over.
Um jogo altamente recomendado e que trouxe um pouco de inovação para a franquia, com quebra-cabeças interessantes, um estilo visual belíssimo e muitas horas de diversão, só peca mesmo pela baixa dificuldade.
4 jan
Demorou, mas chegou! Depois de quase um mês de espera (maldita Receita Federal), hoje recebi dois jogos que havia comprado nos EUA. Ambos são um pouco antigos e não se tratam de unanimidades, mas como o preço estava bom, resolvi arriscar.
Mercenaries 2 é um título que sempre tive vontade de jogar. Como sou um amante dos jogos de mundos abertos e por ter adorado o primeiro game, acho que nele encontrarei alguns momentos de diversão. Só de lembrar das missões onde podíamos escolher entre matar um determinado personagem ou levá-lo preso, já faz com que minha expectativa aumente.
A segunda escolha foi o último game da franquia Prince of Persia. O seu estilo visual desde o início me chamou a atenção e o detalhe dele também se passar num mundo aberto, algo que só descobri ao ver o verso da caixinha, também conta a favor pontos a favor do game.
Por enquanto eles ficarão guardadinhos na estante, já que a meta agora é terminar outro jogo, mas isso é assunto para outro post.
17 dez

Eu joguei o primeiro God of War na época do seu lançamento, lá em 2005. Tenho que admitir que daquela ocasião para cá, não toquei mais no jogo e muito do que ele me proporcionou acabou sendo apagado de minha memória pelo tempo.
Não me lembrava de muitos detalhes de seu ótimo enredo, da forma como Kratos foi manipulado, traído e subestimado, motivos que tornam muitas de suas atitudes, até certo ponto… aceitáveis.
Também não lembrava de sua espetacular trilha sonora e como seus gráficos, mesmo hoje em dia, são tão imersivos e bonitos, se é que há beleza na morte, carnificina e sanguinolência espalhada por todos os cantos que olhamos.
Porém, felizmente eu consegui relembrar tudo isso, graças a Sony e a recomendadíssima coleção do Deus da Guerra. Agora é me preparar para começar o segundo jogo do disco.
7 dez
Há alguns meses eu estava pensando seriamente em comprar os dois God of War lançados para o Playstation 2. Apesar de já ter terminado ambos, gosto bastante da série e tê-los na minha coleção seria interessante pois queria jogar novamente. Por sorte acabei deixando a comprar para outra oportunidade e quando a Sony revelou que relançaria os jogos em um único Blu-ray para o PS3, decidi que não poderia deixar escapar a oportunidade.
Eis que hoje chegou o meu God of War: Collection e estou bastante ansioso para rejogar as aventuras do fantasma de esparta com uma resolução de 720p e rodando a 60 quadros por segundos.
Abaixo você pode dar uma olhada na caixinha e fiquei muito feliz ao ver que a empresa japonesa havia colocado um manual pequeno, porém, todo colorido. Por se tratar de uma coletânea e que custava mais barato que um lançamento normal, achei que viria um livrinho preto e branco. Só não gostei muito da arte da capa, acho que ficaria melhor essa usada no guia do jogo.
4 dez
No mês passado eu vendi o meu PSP, não porque não gostava do aparelho, mas porque minha irmã queria dar um para o meu sobrinho e como eu não estava jogando muito, combinamos dela comprar outro para mim em dezembro. Ontem então ela trouxe para mim um PSP Slim.
Ainda não pude fuçar muito no brinquedo, mas pude notar que ele é bem mais fino que o meu antigo Fat e muito mais leve. Ele também passa a impressão de ser um produto mais vagabundo, mas acho que é apenas impressão mesmo.
O portátil veio com o Ratchet & Clank: Size Matters e o filme A Lenda do Tesouro Perdido 2, ambos em UMD e a caixa é muito bonita, cheia de detalhes em alto relevo. Só é uma pena os disquinhos não virem com suas respectivas caixinhas.